sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

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Esses meses e dias sem saber por onde anda, sem saber se recebe o "boa noite, dorme bem" tão bom quando recebia o meu... Estou perdida por dentro, trancada de qualquer palavra que me faça te esquecer. O incrível de tudo isso é que você não se importa com o que estou passando, se ainda estou sorrindo como antes e coisas do tipo... Bom, os sorrisos que via a tempos atrás não são os mesmos de agora, porque o efeito especial que fazia-os lindos era você e cadê? Eu não te tenho como antes. A minha preocupação hoje em dia é saber se a sua nova amada te faz tão bem quanto eu, se ela te faz ciúmes bobos e diz que você é realmente um babaca por achar-lá a pessoa mais linda... Provável que sim. Minha preocupação é como ela pode estar deixando seu coração, o seu 'você'! Sabe essas pontadinhas no coração? Um aperto no peito por saber que você não é de quem deveria ser? Deveria estar ao meu lado, sendo o meu, o meu amor. Ouvir, lembrar, contar e dizer tudo que venha de ti é ter calafrios, tremer e ficar nervosa. Parece que são os meus últimos momentos de vida e aí retorno de novo, vendo que um copo d'água pode ser a 'cura' da minha crise. Ah e ultimamente o que me resta é lembrar das coisas que passamos, dos carinhos que por incrível que pareça os melhores! E dos encontros, dos perfumes absurdos que me fazia sentir enjoada e coisas detalhadas que me faz até hoje morrer de vontade de viver novamente. Um desejo que tenho mesmo é dar uma volta ao que começamos e fingir que a canção que cantamos em ligação durante a sua viagem poderia ser modificada em "e o pra sempre, sempre será até a eternidade" sem te deixar confuso só por saber que ele sempre, sempre acaba... Precisava de luzes em volta de nós dois, um jantar modesto e um abraço apertado de resposta; que isso tudo só foi uma amostra de como não te deixar ir embora.

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